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O Presidente da República Portuguesa rejeita a ajuda aos parceiros de gestão

A triste notícia chegou no final do dia de ontem, quando anunciámos que o 7 de maioO governo estava a estudar uma alteração no parlamento que permitiria aos sócios-gerentes e empresários independentes beneficiarem de assistência financeira para além da fornecida pelo sistema de segurança social no âmbito da covid-19.

O Presidente de Portugal rejeita os auxílios aos sócios-gerentes e aos empresários independentes

O golpe final veio no final do dia de ontem do próprio Presidente da República Portuguesa. Na terça-feira, o Presidente da República Portuguesa vetou a alteração proposta pelo Parlamento que estendia o apoio social extraordinário aos gestores de micro e pequenas empresas e aos empresários em nome individual, invocando uma dúvida constitucional que poderia constituir uma eventual violação do "Código do Trabalho".

Na carta dirigida à Assembleia da República, publicada no site da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que "este alargamento - que é, aliás, socialmente relevante - tem, no entanto, suscitado dúvidas de constitucionalidade, por uma eventual violação do "código do trabalho". Acima de tudo, esta alteração poderá levar a um aumento significativo da despesa no Orçamento do Estado para 2020".

O Chefe de Estado disse ainda que "a proposta de lei de finanças rectificativa para 2020, que está a ser debatida na Assembleia da República, poderá eventualmente permitir ultrapassar esta objeção de constitucionalidade", e sublinhou que "o prazo para a apresentação de propostas de alteração, para serem debatidas e virtualmente aceites pelo Governo, só termina amanhã".

O Presidente da República Portuguesa está, por isso, a obrigar o Governo a avançar com esta medida, uma vez que o Código do Trabalho não pode aceitar que o orçamento suplementar contenha medidas que desvirtuem as intenções do orçamento de Estado inicial para 2020.


Do nosso ponto de vista pessoal, duvidamos muito que esta alteração seja aprovada, tendo em conta que este projeto foi inicialmente uma "sugestão" da oposição. É também importante lembrar que o governo, através do sistema de segurança social, ainda não pagou as ajudas ligadas ao covid-19 A razão para este atraso no pagamento de mais de 2 meses é simples. Os cofres estão vazios.

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