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O sector da restauração está a sofrer em Portugal

De acordo com o inquérito mensal da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), cerca de 40% de empresas de restauração e 18% de alojamento turístico tencionam fechar as portas.

O sector da restauração em Portugal está em dificuldades

A pandemia O sector da hotelaria e restauração será duramente atingido, com 38% destas empresas a considerarem a possibilidade de insolvência, uma vez que a grande maioria delas afirma que já não poderá suportar os seus custos habituais.

A queda das vendas em junho foi espetacular, com mais de 241 PT3T a registarem perdas superiores a 401 PT3T, 221 PT3T com perdas anuais superiores a 601 PT3T e 121 PT3T com uma quebra superior a 901 PT3T.

De acordo com oAHRESP 871 PT3T de empresas estão a utilizar o Lay-off, 931 PT3T prolongaram-no em maio, 761 PT3T em junho e cerca de 691 PT3T tencionam prolongá-lo até julho. 541 PT3T de empresas afirmam que, sem esta ajuda, não teriam podido pagar os salários.

O inquérito revelou ainda que mais de 171 PT3T das empresas não conseguiram pagar os salários e 151 PT3T pagaram apenas parcialmente aos seus trabalhadores.

A AHRESP indica ainda que mais de 22% das empresas acreditam que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano e 70% das empresas ainda não sabem se vão conseguir manter a sua atividade.

O alojamento turístico não está a melhorar

No que diz respeito às empresas de alojamento turístico, até ao final de junho, 24% permaneceram encerradas, mais de 47% não registaram reservas e 41% indicaram uma ocupação máxima de 25%.

Agora que se iniciou o período de verão (julho - setembro), os resultados são já muito preocupantes, com 461 PT3T de empresas a não preverem uma taxa de ocupação superior a 251 PT3T. Perante este cenário, 181 PT3T das empresas ponderam entrar em processo de insolvência caso não consigam fazer face aos custos futuros e 451 PT3T não sabem se devem ou não entrar em processo de insolvência.

Atualmente, 42% de empresas recorreram ao lay-off, 76% prolongaram-no até maio, 70% até junho e cerca de 60% tencionam prolongá-lo até julho.

O inquérito da AHRESP às empresas decorreu entre 29 de junho e 1 de julho e contou com 1.418 respostas.

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